“Pim a mão no a!”
No dia 3 de Julho fui ao meu primeiro festival: o Festival do Panda. O entusiasmo era tanto que, ao contrário de tantas outras manhãs, nem fiz grandes birras para vestir-me. As coisas até nem começaram da melhor forma, porque vi-me rodeada por bichos gigantes que eu pensava que só apareciam no anúncio dos ”bongos”.
No meio do susto, ainda consegui ficar com um sumo, e foi isso, juntamente com os mimos da mamã, que me deixou mais tranquila (e sentar-me longe daquele bichos que queriam todos apertar-me a mão).

Dirigi-me então para o meio da plateia e esperei que o Panda aparecesse no palco. E quando começou a tocar a Põe as Mãos no Ar… foi ver-me a dançar!

Mas o melhor mesmo foi quando o espectáculo terminou e pude ver o Panda, o Pocoyo, o Ruca e o Carteiro Paulo, entre outras personagens que conheço da televisão, ali bem pertinho de mim. Depois as pessoas começaram a sair e eu curti ainda mais, porque passei a poder correr à minha vontade!

E corri tanto ou tão pouco que acabei a manhã com esta cara de sono.
Madalena Pollock
Os meus papás decidiram aproveitar o final de Maio para dar uma grande volta em metade da nossa casa. Eu fiquei fascinada com as tintas, os rolos e os pincéis e, durante uma semana, a frase que mais se ouviu foi “Nené pinta!”*.
*Nené foi a forma simples que eu encontrei de dizer o meu nome.
Mahna Mahna
Sou fã, mas fã a sério deste vídeo dos Marretas e sempre que posso peço aos meus papás para me deixarem ver o “manhama” no computador. Gosto tanto que até peço para pôr os meus óculos de sol, para ficar parecida com o “munino” maluco.




